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CNJ deve arquivar pedido para investigar Moraes no caso Master

Ministro do STF teria relação com o banco investigado

Mayara Macedo - 01/01/2026 15h01 | atualizado em 02/01/2026 12h54

Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: EFE/ Andre Borges

O pedido do deputado Sanderson (PL-RS), para que a conduta do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso do Banco Master, seja investigada não deverá ir para frente. Isso porque o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve arquivar a solicitação.

A Corregedoria Nacional de Justiça informou que o pedido não deverá ser analisado porque os ministros do STF não estão sujeitos ao CNJ. O órgão afirmou também que fiscaliza todo o judiciário, exceto a Suprema Corte. Quem julga e analisa as infrações dos magistrados é a própria Corte, por meio do plenário.

Uma solicitação parecida com a do deputado Sanderson também foi arquivada pela Procuradoria-Geral da República. O procurador Paulo Gonet afirmou que a relação do escritório de advocacia de Viviane Barci, esposa de Moraes, com o banco investigado não figura ilicitude.

Sobre a notícia divulgada que Moraes teria ido ao Banco Central atuar em favor do Master, Gonet disse que não há provas sobre possíveis irregularidades.

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