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Chanceler irá a Israel por spray contra Covid-19, diz Bolsonaro

Comissão será chefiada pelo ministro Ernesto Araújo e sairá do Brasil no sábado

Pleno.News - 02/03/2021 21h50 | atualizado em 03/03/2021 10h38

Presidente Jair Bolsonaro e o chanceler Ernesto Araújo Foto: PR/Alan Santos

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (2) a apoiadores, ao chegar ao Palácio da Alvorada, que uma equipe de dez integrantes do governo decolará nesta sábado (6) à noite para Israel, para tratar do spray EXO-CD24, que, de acordo com ele, pode auxiliar no tratamento contra o novo coronavírus.

O presidente declarou que “está tudo acertado, mas não quer dizer que vai acontecer” algo no sentido de que seja dada entrada na documentação do remédio em teste na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para que a fase 3 do estudo seja feita no Brasil.

Bolsonaro disse que o grupo será chefiado pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e terá um encontro com o primeiro-ministro daquele país, Benjamin Netanyahu, além de visitar o hospital onde o spray é testado e o laboratório que faz as pesquisas.

– Todas as tratativas foram feitas, acordos, memorandos – afirmou.

Ele apontou ainda que parecer ser “um produto milagroso”.

– Como é para ser usado em quem está hospitalizado, quem está em UTI (unidade de terapia intensiva), eu acho que não tem problema nenhum em usar esse spray no nariz do cara. O que que é esse spray? Não sei. Mas o que acontece? Esse produto, há dez anos, estava sendo investigado, estava sendo estudado lá, em Israel, para outro tipo de vírus. E [alguém] usou isso daí em 30 [infectados pela covid], em 29 deu certo. O último demorou um pouco mais, mas também segurou. Parece que é um produto milagroso, parece. Nós vamos atrás disso – declarou o presidente do Brasil.

Bolsonaro disse que, sempre que houver a possibilidade de salvar vidas, não deixará essa oportunidade passar.

Vacina
Sobre as vacinas contra a Covid-19, o presidente reafirmou que, uma vez aprovado o imunizante, a administração federal o comprará.

– O Brasil, se eu não me engano, é o sexto país (em números absolutos) que mais vacina. Devemos receber este mês, está quase certo, no mínimo 22 milhões de vacinas – acrescentou.

*Estadão

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