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Candidato do PCB: “Preferiria ver a rainha morta sob a guilhotina”

Postulante ao governo paulista, Gabriel Colombo disse que vai "abrir uma cerveja" para celebrar a morte da monarca

Gabriel Mansur - 08/09/2022 20h04 | atualizado em 12/09/2022 20h03

Gabriel Colombo Foto: Reprodução/SBT News

Candidato ao governo de São Paulo pelo PCB, Gabriel Colombo foi de encontro com as comoções e homeganens mundiais e comemorou a morte da rainha Elizabeth II, da Inglaterra, nesta quinta-feira (8). A monarca morreu “de forma pacífica” aos 96 anos, dos quais reinou por 70.

O comunista afirmou, em sua rede social, que “hoje é dia de abrir uma cerveja para comemorar a morte da rainha Elizabeth”. Ele ainda insinuou que preferiria que a morte fosse causada “pelas mãos da classe trabalhadora”.

– Hoje é dia de abrir uma cerveja para comemorar a morte da rainha Elizabeth. Ainda que tenha demorado e não tenha sido pelas mãos da classe trabalhadora. A mídia liberal vai fazer o de sempre: homenagear a monarca. Na história, prefiro ver os reis e rainhas sob a guilhotina – atacou.

Gabriel Colombo polemizou ao comemorar morte de rainha Foto: Reprodução/Twitter

A fala do candidato de extrema-esquerda contrasta com as homenagens da classe política brasileira. Os presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Arthur Lira (PP-AL), por exemplo, foram solidários. O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) decretou luto oficial de três dias e chamou Elizabeth de “rainha de todos nós”.

Líderes de todo o mundo, como os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia, Joe Biden e Vladimir Putin, também lamentaram a morte da monarca, que esteve à frente do Reino Unido. O papa Francisco foi outro a prestar condolências aos familiares.

A postura de Colombo, que tem 1% das intenções de voto, vai na contramão até mesmo de outros candidatos de esquerda. Fernando Haddad (PT), por exemplo, retuitou mensagem do ex-presidente Lula à monarca.

Nela, Lula diz que Elizabeth II marcou “era como chefe de Estado, reinando em convivência com primeiros-ministros de diferentes linhas ideológicas”.

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