Leia também:
X Bolsonaro: ‘Sanha ditatorial’ não chegará ao Brasil, temos Deus

Brasília é tomada pelo povo, que pede tribunal militar para o STF

Faixas e cartazes demonstram insatisfação com a Suprema Corte

Pleno.News - 07/09/2021 12h38 | atualizado em 07/09/2021 14h23

Os manifestantes pró-governo reunidos na Esplanada dos Ministérios na manhã desta terça-feira (7) em Brasília, ostentam faixas e entoam gritos de guerra exigindo mudanças. Na lista estão a destituição dos ministros do Supremo Tribunal Federal, o arquivamento do chamado “inquérito das Fake News”, em curso no STF, a “criminalização do comunismo” e o apoio das Forças Armadas.

A insatisfação de parte dos manifestante é tamanha que alguns sugerem um “tribunal militar” para julgar os supostos crimes dos ministros do STF.

– O Brasil pede socorro!!! Queremos Tribunal Militar para Ministros do STF e (membros) do Congresso, Criminosos e todos os mergulhados em corrupção…”, diz uma das faixas. “Só sairemos de Brasília quando nossa pauta for atendida”. “Destituição de todos os ministros do STF”, diz outro cartaz.

Mais cedo, em frente ao Palácio do Itamaraty, prédio mais próximo da sede do STF, um grupo de manifestantes insuflava a multidão para avançar contra a barricada da Tropa de Choque da Polícia Militar do DF e chegar à Suprema Corte.

“Vamos aguardar até 10h. Depois que o presidente falar, vamos entrar”, disse um manifestante com um megafone. “É tudo ou nada, e quem ficar na frente do povo vamos passar por cima”, diz o manifestante em frente aos caminhões.

*Com informações da AE

Leia também1 No 7 de setembro, governadores de oposição protestam pela web
2 Bolsonaro: 'Sanha ditatorial' não chegará ao Brasil, temos Deus
3 Zé Trovão detona Moraes: 'Você perdeu! Você não é nada!'
4 Povo lota orla de Copacabana em forte apoio a Bolsonaro. Fotos!
5 Bolsonaro já enquadra: "Eu não admito jogo fora das 4 linhas"

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.