Bolsonaro pede que Moraes libere assistência religiosa na prisão
Advogados do ex-presidente afirmaram que a "liberdade religiosa constitui direito fundamental assegurado a todos os cidadãos"
Henrique Gimenes - 08/01/2026 21h09 | atualizado em 09/01/2026 11h20
Em pedido feito ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa de Jair Bolsonaro solicitou que ele tenha acesso a assistência religiosa na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
O pedido foi encaminhado ao Supremo nesta quinta-feira (8).
– A liberdade religiosa constitui direito fundamental assegurado a todos os cidadãos, inclusive àqueles que se encontram sob custódia estatal. Tal garantia abrange não apenas a preservação das convicções pessoais, mas também o pleno exercício da fé, mediante acompanhamento espiritual prestado por ministros religiosos de confiança do assistido – diz um trecho do documento.
No pedido, a defesa do do político conservador também afirmou que Bolsonaro teve acompanhamento espiritual durante o período em que permaneceu em prisão domiciliar, mas que a transferência para a cela na sede da PF tornou inviável esse acompanhamento.
Leia também1 Protestos se espalham pelo Irã e desafiam governo
2 Danilo Gentili debocha da queda de Jair Bolsonaro e é criticado
3 "Tortura" contra Bolsonaro pode causar prisão de Moraes
4 Alckmin diz torcer para solução positiva no acordo Mercosul-UE
5 Relator da Dosimetria no Senado apresenta PL da Anistia Total



















