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Bolsonaro elogia Lacombe, Caio, Narloch e Constantino

Presidente disse que os quatro possuem "opinião própria e independência"

Rafael Ramos - 12/07/2020 09h30 | atualizado em 12/07/2020 09h34

Bolsonaro defende comunicadores conservadores Foto: Reprodução

Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro elogiou a atuação dos jornalistas Luís Lacombe, Leandro Narloch e Rodrigo Constantino e do comentarista da CNN Brasil, Caio Coppolla. O chefe do Executivo também criticou grande parte da mídia que, segundo ele, compactua com a esquerda radical.

– Luís Lacombe, Leandro Narloch, Caio Coppolla e Rodrigo Constantino possuem algo em comum, que é opinião própria e independência. Isso já é suficiente para serem considerados nocivos dentro de grande parte da mídia, hoje completamente dominada pelo pensamento de esquerda radical.

Bolsonaro fez questão de deixar claro que não tenho relação com nenhum dos quatro mencionados e que até já foi alvo de críticas dos mesmos. Ele criticou o atual cenário do Brasil, “onde não ser radicalmente crítico a um governo conservador/liberal já é motivo para ilações e perseguições”. O presidente ainda apontou que “a esquerda não respeita a democracia”.

DEMISSÕES E CENSURA A JORNALISTAS
Prestes a estrear seu canal no YouTube, que terá as participações de Alexandre Garcia e Caio Coppolla em uma superlive, o jornalista Luís Ernesto Lacombe foi alvo de censura por parte da Band. Conservador e apoiador de Bolsonaro, ele pediu demissão depois que a emissora o afastou do Aqui na Band por causa de suas pautas favoráveis ao governo.

Por falar em Coppolla, ele teve um forte atrito ao vivo com Augusto Botelho durante o programa O Grande Debate, na CNN Brasil. Caio rebateu uma acusação de Augusto de que ele teria propagado fake news para os telespectadores. Os ânimos se exaltaram de tal forma que Monalisa Perrone precisou intervir. Pelo Twitter, Botelho informou que não fará mais parte da atração.

A CNN também foi palco para uma polêmica com Leandro Narloch. Ele foi demitido da emissora depois que comentários feitos por ele sobre a transmissão de HIV em homossexuais foram tidos como homofóbicos. Por meio das redes sociais, Narloch disse que não é homofóbico e lamentou ter sido pego pela cultura do cancelamento.

Já Rodrigo Constantino denunciou a pressão por parte da esquerda que “está pedindo a cabeça de todo conservador”. Ele inclusive saiu em defesa de Caio Coppolla na polêmica com Augusto Botelho na CNN Brasil.

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