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Jair Bolsonaro diz: “Tem muitos evangélicos que gostam de mim”

Em sua live semanal, presidente rebateu a notícia de que grupos religiosos pediram seu impeachment

Henrique Gimenes - 28/01/2021 19h52 | atualizado em 29/01/2021 10h55

Presidente Jair Bolsonaro em sua live semanal Foto: Reprodução

Nesta quinta-feira (28), o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a imprensa, ao comentar uma notícia dizendo que líderes religiosos haviam assinando um manifesto pedindo seu impeachment. Em sua live semanal, ele afirmou que o grupo representa uma parcela pequena dos evangélicos e explicou que segue com o apoio de religiosos.

– Você pode ver como a imprensa noticia as coisas. “Líderes religiosos assinam manifesto pedindo impeachment”. Quem lê pensa que são líderes evangélicos […], mas não representam nem 1% dos evangélicos. São todos aqueles grupos religiosos de esquerda – explicou.

Para o presidente, o pedido de impeachment apresentado contra ele não tem base.

– Temos muitas igrejas evangélicas conhecidas em todo mundo. E essas pessoas não estão nessa ação que pede o impeachment do presidente. E baseado no quê? Eu fico pensando, algum ato de corrupção nosso? – questionou Bolsonaro.

Ele, então, acusou a imprensa de tentar colar a narrativa de que ele está perdendo o apoio evangélico.

– Então líderes religiosos… Mais uma de parte da imprensa brasileira… não são todos que tentam o tempo todo atacar o governo, como se eu estivesse perdendo o apoio de evangélicos. Eu tenho muitos evangélicos que gostam de mim, [assim] como católicos, espíritas e [pessoas de] outras religiões. Ateus também. E gostaria de saber: se você pegar os 40 pedidos de impeachment que tem na Câmara, botar no liquidificador e espremer, não dá nada – apontou.

Por fim, Bolsonaro rechaçou as acusações feitas pela oposição.

– São só aquelas acusações da esquerda: “Fascista. Ele não é democrático. Ele quer dar golpe. Ele não está tratando da questão da pandemia”. Parece, para esses caras, que só tem gente morrendo no Brasil. Se não me engano, estamos em 25º no número de mortes por milhão […] O pessoal dá entender, com sua narrativa, de que apenas no nosso governo está morrendo gente – destacou.

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