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Presidente afirmou que espera estender os isentos para cinco salários mínimos até o fim do mandato

Paulo Moura - 02/12/2019 12h04 | atualizado em 02/12/2019 13h07

Bolsonaro concede entrevista para a Rádio Itatiaia Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro concedeu entrevista na manhã desta segunda-feira (2) para a Rádio Itatiaia em que falou sobre diversos assuntos relacionados ao governo federal. Durante a conversa, um dos temas discutidos pelo mandatário foi o aumento do número de isentos do Imposto de Renda. O chefe do executivo declarou que está trabalhando para que as pessoas que recebem até dois salários mínimos possam ficar isentas neste ano fiscal, mas que pretende chegar aos cinco salários, conforme prometido em campanha, até o fim do mandato.

– Gostaria de entregar meu governo, por exemplo, com quem ganhasse até cinco mil reais, equivalente a (salários) mínimos hoje em dia, isento do imposto de renda. Estou trabalhando para que este ano a gente chegue próximo aos dois (salários mínimos). O pessoal pode reclamar: Só dois, prometeu cinco. Prometi cinco e espero cumprir até o final do mandato – declarou.

Bolsonaro também comentou a declaração dada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a volta de tarifas sobre o aço e o alumínio. O presidente brasileiro disse que deve contactar o mandatário americano para tentar acertar a questão.

– Se for o caso vou ligar para o presidente Donald Trump. A economia deles não se compara com a nossa, é dezena de vezes maior do que a nossa e não vejo isso como retaliação. Vou conversar com ele para ver se não nos penaliza, com a sobretaxa no preço do alumínio. Espero que tenha um entendimento dele, que não nos penaliza no tocante a isso. Tenho quase certeza que ele vai nos atender – disse.

O mandatário também falou sobre a Reforma Trabalhista aprovada em 2017, na gestão anterior, que ele declarou ter sido muito importante para que as medidas econômicas tomadas pelo atual governo fossem facilitadas.

– Tenho que elogiar um feito do governo anterior, Temer, que foi a reforma da CLT, que permitiu que o emprego não continuasse se avolumando negativamente, como até aquele momento, e as outras medidas tomadas fizeram com que o governo saísse do vermelho – afirmou.

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