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Bolsonaro critica Comissão da Verdade: “Indicados da Dilma”

Presidente mostrou desconfiança sobre resultados dos inquéritos do órgão

Camille Dornelles - 30/07/2019 10h42 | atualizado em 30/07/2019 12h31

Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante reunião da Comissão de Ética Pública Foto: PR/Isac Nóbrega

Nesta terça-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro criticou a Comissão da Verdade, colocando sua veracidade em xeque. Jornalistas interrogaram o mandatário sobre sua fala a respeito da morte de Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira, pai do presidente da OAB.

– Você acredita em Comissão da Verdade? Qual foi a composição da Comissão da Verdade? Foram sete pessoas indicadas por quem? Pela Dilma. Nós queremos desvendar crimes. A questão de 64, não existem documentos de matou, não matou, isso aí é “balela” – declarou.

A Comissão da Verdade foi criada para apurar crimes cometidos por militares durante a época da ditadura. Para Bolsonaro, o fato da ex-presidente petista ter indicado os integrantes da comissão coloca o órgão em dúvida. Dilma também foi militante durante o regime ditatorial.

– O que eu sei é o que falei para vocês. Não tem nada escrito que foi isso, foi aquilo. Meu sentimento era esse – continuou Bolsonaro.

Os autos da Comissão declaram que Oliveira foi “preso e morto por agentes do Estado brasileiro”. O presidente, no entanto, rechaçou essa versão e afirmou nesta segunda que ele foi morto “pela esquerda”.

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