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Bolsonaro afirma que horário de verão pode voltar se tiver apoio

Presidente disse que medida ainda é rejeitada pela maioria da população

Paulo Moura - 02/08/2021 11h13 | atualizado em 02/08/2021 11h34

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Agência Estado/Wagner Pires

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na manhã desta segunda-feira (2), que a utilização do horário de verão pode voltar a ser discutida, caso tenha apoio da maioria da população. O fim da medida foi sancionado pelo atual chefe do Executivo em abril de 2019, após o governo chegar à conclusão de que não havia mais economia de energia como se esperava.

– Eu sempre, como parlamentar, quis colocar fim no horário de verão. Chegamos à conclusão [de] que ele não economiza energia como se esperava. E a maioria da população era favorável ao fim. Se comprovou que não aumentava o consumo de energia. Até o momento, continua a maioria da população contrária. Se a maioria mudar, eu sigo a maioria, sou democrático – afirmou.

Em julho, associações de empresas enviaram ao governo Bolsonaro um pedido pela volta do horário de verão. As companhias afirmaram que a extensão do horário das atividades poderia contribuir para a retomada dos negócios dos setores de turismo, bares e restaurantes. Um dos executivos a defender a volta da medida foi Luciano Hang, dono das Lojas Havan.

– O fato de ganharmos uma hora durante o dia faz com que a roda da fortuna gire mais – escreveu Hang em seu Facebook.

Quando autorizou o fim do horário de verão, no dia 25 de abril de 2019, o presidente disse que, como cidadão, sempre teve “receio” da continuidade do horário de verão e que decidiu acabar com a medida devido a pesquisas de opinião que mostraram que 70% da população brasileira era contra o decreto.

– O ministro da energia fez um estudo. Procuramos gente da área de saúde para ver que até que ponto afetava o relógio biológico das pessoas. E todas foram precedentes. Para economia, o horário de pico [de consumo] era às 15h; e, na saúde, [a mudança no horário ] mexia com o relógio [biológico] das pessoas – declarou Bolsonaro, na época.

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