Leia também:
X Vazamento visava manter relação de políticos com CV, afirma PF

Bacellar aumentou patrimônio para quase R$ 800 mil em 4 anos

Enriquecimento foi de mais de 800%

Pleno.News - 04/12/2025 12h06 | atualizado em 04/12/2025 12h53

Presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar Foto: Thiago Lontra

Preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (3), o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), viu seu patrimônio disparar entre 2018 e 2022. Segundo dados oficiais da Justiça Eleitoral, o deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil) passou de R$ 85 mil declarados na primeira campanha para R$ 793 mil quatro anos depois – um salto superior a 830%.

A evolução acelerada já era alvo do Ministério Público do Rio de Janeiro. Em agosto, o Conselho Superior do MPRJ autorizou investigação por possível enriquecimento incompatível, incluindo um frigorífico em Campos dos Goytacazes, cidade onde Bacellar concentra sua base política.

O deputado também foi alvo de apurações sobre imóveis ligados a ele: uma cobertura em Botafogo, bairro da Zona Sul do Rio, alugada por valor muito abaixo do mercado e uma mansão em Teresópolis comprada em parceria com o advogado e aliado Jansens Calil Siqueira. Os casos foram arquivados, mas outro procedimento, sob sigilo, foi aberto para aprofundar suspeitas de improbidade.

No dia da prisão, a Polícia Federal apreendeu R$ 91 mil em espécie em uma mochila no carro oficial que o levou à superintendência. Bacellar deve permanecer em sala de Estado-Maior.

Leia também1 Moraes cobra de Cláudio Castro dados sobre manobra na Alerj
2 Vazamento visava manter relação de políticos com CV, afirma PF
3 Moraes manda afastar Bacellar do cargo de presidente da Alerj
4 Índia Armelau expõe hipocrisia de Hilton após ataques ao PL
5 Deputado apaga pichações em alusão ao Comando Vermelho

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Canal
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.