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Associações se unem pelo veto de Bolsonaro à lei do abuso

Atos aconteceram em São Paulo e Rio de Janeiro

Ana Luiza Menezes - 22/08/2019 16h27

Associações participaram do ato contra a Lei do Abuso de Autoridade Foto: Agência Brasil/Tânia Rêgo

Nesta quinta-feira (22), associações de juízes, procuradores e policiais realizaram um ato, em São Paulo, pedindo o veto do presidente Jair Bolsonaro à nova Lei de Abuso de Autoridade. No manifesto, eles protestaram contra o texto, que “favorecerá os interesses de corruptos, de organizações criminosas e de outros delinquentes”.

As informações sobre a manifestação em São Paulo foi divulgada pelo site O Antagonista. Os participantes denunciaram a nova proposta, alegando que ela viabilizará a criação de um “ambiente fértil para injustiças, desigualdades, inseguranças e impunidades” ao criminalizar atos de funcionários que fiscalizam, investigam, denunciam e julgam.

Ainda de acordo com as entidades, o texto enviado à sanção representa um desrespeito ao debate democrático.

O manifesto representa a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Associação Paulista do Ministério Público (APMP), Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e Sindicato dos Auditores-Fiscais Tributários do Município de São Paulo (SINDAF-SP), entre outros órgãos.

No Rio de Janeiro também houve manifestação. Magistrados, auditores fiscais e policiais se uniram em favor do veto ao projeto de lei. O ato foi convocado pela Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas), em frente ao prédio da Justiça Federal, no Centro da cidade.

Estiveram presentes representadas da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região (AMATRA1), ao lado de outras associações, como a dos delegados, além do Ministério Público.

Além de camisetas, os grupos apresentaram cartazes, nos quais estava escrito ‘Criminalidade x Investigação’ e #VetaBolsonaro. A presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), Renata Gil, pediu o veto total do projeto.

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