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Ana Paula Henkel comenta regras da aposentadoria

Conservadora, a ex-jogadora de vôlei questionou como fica a situação de transgêneros

Ana Luiza Menezes - 15/02/2019 19h15

Ana Paula Henkel Foto: Reprodução

A ex-jogadora de vôlei, Ana Paula Henkel, usou as redes sociais para comentar as novas regras da aposentadoria, com base nas definições do presidente Jair Bolsonaro, a quem ela apoia. A atleta questionou como ficaria a situação dos transgêneros e dividiu opiniões.

– Homens biológicos formados com altas doses de testosterona mas que se sentem como mulheres, com ou sem cirurgia de mudança de sexo, se aposentam com 62 ou 65 anos? Pergunta honesta – escreveu.

A indagação de Ana Paula recebeu apoio de alguns e críticas de outros usuários do Twitter. Um dia após sair do hospital, Bolsonaro definiu que as idades mínimas para se aposentar serão de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. O martelo foi batido na quinta-feira, após reunião com a equipe econômica.

– Com o olhar biológico, 65. Pelo olhar do Direito, se fez a troca do sexo em sua documentação civil, 62, independente de cirurgia ou não. (…) Acho que vale o registro civil, mas cabe aí uma longa ‘discussão’ – escreveu um seguidor.

Já outro, questionou a razão de Henkel estar preocupada com esse detalhe.

– É o teu caso?! De algum familiar ou amigo próximo?! Se não, não gaste tempo com o que não lhe acrescentará em nada. Se sim, consulte um advogado. Na minha opinião, recebe como mulher, como é o caso da Tiffany, jogadora de vôlei do Sesi Bauru – escreveu o usuário.

Diante da crítica, a ex-jogadora olímpica, que se define como conservadora, decidiu responder.

– Tiffany não é mulher. Pode se sentir como mulher, se comportar como mulher, mas não é e nunca será uma mulher. Podem espernear. Gasto tempo com isso, sim, porque essa porta aberta afeta mulheres biológicas. Severamente – declarou.

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