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Advogados fazem manifesto em defesa de Bolsonaro e liberdade

Abaixo-assinado mobilizou centenas de milhares de signatários

Pleno.News - 30/07/2022 10h27 | atualizado em 30/07/2022 14h16

Presidente Jair Bolsonaro Foto: EFE/Joédson Alves

Um grupo de advogados conservadores fez um manifesto “em defesa do Brasil”, das “liberdades do povo” e do presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (28), um dia após ser publicada a Carta Pela Democracia. O abaixo-assinado, que foi publicado na plataforma change.org e já reúne centenas de milhares de assinaturas, assinala que “sem liberdade não há democracia”.

– Nós, o povo brasileiro, na defesa do Brasil e das Liberdades do Povo, pelo Povo e para o Povo, e, em apoio ao Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro nos dirigimos à Nação Brasileira, para declarar que sem liberdade não há democracia, sem justiça não há liberdade, sem honra não há respeito, sem dever não há ordem e progresso, sem piedade não há amor e humildade e sem esperança iremos sucumbir – diz o texto.

O manifesto prossegue denunciando o que chama de uma “gravíssima tentativa da consolidação da ‘ditadura do pensamento único’, que vem impondo a censura e desmonetização dos meios de comunicação independentes e de perfis de redes sociais de brasileiros”.

– Testemunhamos a instauração de inquéritos ilegais e inconstitucionais com o simples objetivo de criminalizar a opinião contrária, pelo órgão que deveria zelar pelos direitos fundamentais da população, abolindo nossas liberdades individuais e garantias fundamentais – acrescenta.

Os signatários ainda afirmam ser um “povo pacífico, que ama sua nação, que defende a democracia e as liberdades”,

– Não é aceitável que um lado tente imputar a nós, um povo livre e pacífico, a condição de incentivadores de atos antidemocráticos e de divulgadores de fake news. A verdade é que uma pequena parcela da população detentora de poder, não aceita críticas. Não aceita escutar a opinião do povo, do poder supremo de uma nação democrática – pontua o manifesto.

O abaixo-assinado foi publicado um dia após ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), empresários, banqueiros e artistas assinarem uma carta, escrita por ex-docentes do curso de Direito da Universidade de São Paulo (USP), que defende o sistema eleitoral brasileiro e as urnas eletrônicas.

Sem citar nomes, a carta afirma que o Brasil “está passando por um momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições”.

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