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Pleno.News - 03/09/2025 12h34 | atualizado em 03/09/2025 15h40

Celso Vilardi Foto: Rosinei Coutinho/STF

O advogado Celso Vilardi, que representa o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na ação penal da tentativa de golpe de Estado, relembrou nesta quarta-feira (3), condutas do ex-chefe do Executivo para argumentar contra a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que a “criação do caos serviria ao golpe”.

O advogado recordou, por exemplo, que Bolsonaro pediu formalmente que caminhoneiros desobstruíssem rodovias após as eleições, o que “seria o ingrediente do caso”.

Segundo Vilardi, “não tem um e-mail, uma comunicação, uma pessoa que atrele o presidente ao 8 de janeiro, ao plano Punhal Verde e Amarelo”.

– A denúncia está baseada em um general que imprime minuta no Palácio. Essa é a prova? Não existe absolutamente nada. Esse caso vai crescendo para colocar o presidente no 8 de janeiro. São 680 processos, mais de 500 acordos de persecução penal. Aonde está nos acordos que Bolsonaro é o instigador, o chefe? Instigação de pessoas indeterminadas – completou.

Vilardi ainda voltou a argumentar que a minuta foi encontrada no celular do delator Mauro Cid e que a alegação de que Bolsonaro alterou a minuta do golpe “é a palavra do relator”.

– Isso não aconteceu – garantiu.

*AE

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