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“A CPI da Covid é uma gororoba, é inoportuna”, afirma Lacombe

Jornalista fez duras críticas contra a CPI e disse que o resultado já está definido pelos opositores do governo

Paulo Moura - 24/04/2021 12h26 | atualizado em 24/04/2021 12h42

Conservador, Lacombe faz críticas ao progressismo
Lacombe fez críticas à CPI da Covid Foto: Reprodução

O jornalista Luís Ernesto Lacombe disparou duras críticas contra a CPI da Covid, que foi aberta após decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que obrigou a Casa a iniciar os trabalhos do colegiado. Em sua coluna no site Gazeta do Povo, Lacombe chamou a CPI de “gororoba” e “inoportuna”.

– A CPI é uma gororoba, é inoportuna, feita por e para oportunistas. Seus interesses vêm sempre à frente. E o país vai quebrando, afundado em dívidas, em insolvência, em pobreza – escreveu.

Lacombe afirmou que a CPI já tem um rumo bem definido muito antes de seu final pelos políticos de esquerda que compõem o grupo, a quem ele classificou como “os que defendem o que não deu certo em lugar nenhum do mundo”. O jornalista ainda disse que o colegiado vai atuar “com os papais senadores protegendo os filhinhos governadores”.

– Eles falarão, falarão… Já estão falando por aí, já sabem de tudo, já sabem de cor até o relatório final da CPI – disse.

No texto, publicado na última quinta-feira (22), o comunicador seguiu dizendo que “está na cara que, numa CPI assim, serão raros os olhares para estados e municípios” e que “vem do fígado de alguns senadores da comissão a conclusão antecipada”.

– Genocida! Erro. Omissão. Faltou coordenação nacional no combate à Covid. Faltou união, dizem os que sempre dividiram, os que só pensam em derrubar o presidente da República – protestou.

Lacombe encerrou a coluna dizendo que há o que chamou de “uma gangue de sabotagem ao governo”, e ressaltou que o Brasil precisa no momento de uma “agenda de reformas que precisa andar”. Segundo ele, impedir ou atrasar as reformas “é uma sabotagem ao país”.

– A agenda de reformas é fundamental para que vidas sejam salvas, agora e futuramente. Ela é muito mais importante do que qualquer CPI. Impedir ou atrasar seu andamento é uma sabotagem ao país. Ela precisa avançar, ou ainda vamos conviver por muito tempo com essa estranha sensação de enjoo e de morte que a fome provoca – finalizou.

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