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Polícia descarta homicídio ou suicídio de amigo de Leonardo

Linha de investigação aponta para tiro acidental

Gabriela Doria - 05/03/2021 15h27 | atualizado em 05/03/2021 16h14

Passim e o cantor Leonardo eram amigos de longa data Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Goiás afirmou, nesta sexta-feira (5), que uma investigação preliminar descartou a possibilidade de homicídio ou suicídio para a morte de Milton Rodrigues, conhecido como Passim, amigo e assessor do cantor Leonardo. O corpo dele foi encontrado por volta de 12h30 desta quinta-feira (4), mas a polícia acredita que os disparos tenham acontecido por volta das 2h.

Passim estava em uma suíte que costumava ocupar quando estava na Fazenda Talismã, em Jussara, no interior de Goiás, pertencente a Leonardo.

O delegado Kléber Toledo, do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), disse que a principal linha de investigação indica para morte por tiro acidental, “em razão de disparos de arma de fogo, ocorridos durante manuseio de uma arma, somado à ausência de socorro médico”.

– Com a Politec, realizamos entrevistas com as pessoas que se encontravam na fazenda e [fizemos] perícia no local. Com base nisso, chegamos a uma conclusão preliminar de que a morte foi resultado de um manuseio incorreto e imprudente de uma arma de fogo. Como não se trata de um homicídio, preliminarmente as demais apurações ficarão sob a responsabilidade da Delegacia de Jussara. As conclusões, claro, dependem agora dos depoimentos e laudos – disse Toledo.

De acordo com investigadores da Polícia Civil e Politec (Polícia Técnico-Científica), Passim foi atingido na mão e na perna e correu para o banheiro, para tentar estancar o sangue, mas não resistiu. A arma é uma Glock 380. A polícia não informou quem é o dono do artefato nem se estava registrado.

LEONARDO DESCONFIOU DA AUSÊNCIA DO AMIGO
De acordo com o delegado responsável, estavam na fazenda, além da vítima, Leonardo e outros funcionários. Após dar falta do amigo, que não saía do quarto mesmo após chamado, o cantor mandou os funcionários arrombarem a porta.

– [Leonardo] estava com outros funcionários da fazenda e, como o Passim não saía do quarto após ser chamado, o Leonardo, segundo uma funcionária, mandou arrombar a porta – explicou Toledo.

Segundo o delegado, as testemunhas, incluindo o cantor, devem prestar depoimento na delegacia para ajudar a esclarecer o caso.

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