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Leniel Borel tatuou o rosto do filho e se declarou nas redes sociais

Gabriela Doria - 07/05/2021 15h08 | atualizado em 07/05/2021 15h30

Leniel Borel fez tatuagem com o rosto do filho Henry Foto: Reprodução

O engenheiro Leniel Borel, pai do menino Henry Borel, de 4 anos, decidiu homenagear o filho com uma tatuagem. Leniel eternizou o rosto do filho em seu braço na última quinta-feira (6), quase dois meses após a trágica morte do filho.

O tatuador Gustavo Gomes, responsável pelo desenho, divulgou nas rede sociais um vídeo do trabalho e o resultado da homenagem.

– Como pai, como ser humano, eu fiquei muito mexido com a história do Henry. Não consigo imaginar a dor que o Leniel está sentindo. Por isso, queria ajudar de alguma forma. Acho que ajudei eternizando o rostinho dele no braço do Leniel. Ele vai poder olhar todo dia, toda hora, todo instante, para o anjinho dele! Deus proteja nossas crianças – escreveu Gustavo.

Pai de Henry agradeceu a tatuador pelo trabalho Foto: Reprodução

Leniel também usou as redes sociais para declarar seu amor pelo filho e para agradecer ao tatuador.

– Henry, papai te ama muito! Pra sempre eternizado no meu coração – escreveu Leniel em um storie postado em seu perfil na rede social.

JUSTIÇA ACEITA DENÚNCIA E TORNA RÉUS MONIQUE E JAIRINHO
A juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do RJ, aceitou, nesta sexta-feira (7), a denúncia feita pelo Ministério Público contra o vereador Jairo Santos, o Dr. Jairinho, e Monique Medeiros, respectivamente padrasto e mãe do menino Henry, morto no dia 8 de março deste ano. Com isso, ambos agora são réus pela morte da criança.

A magistrada também decretou a prisão preventiva dos dois, que estavam em prisão temporária desde o dia 8 de abril. Caso a medida não tivesse sido decretada pela juíza, Jairinho e Monique poderiam ser soltos neste sábado (8), por conta do fim do prazo de 30 dias da prisão temporária de ambos.

A magistrada justificou a decisão com o argumento de que a liberdade de ambos poderia resultar em possível coação contra testemunhas da investigação. A babá de Henry Borel, Thayná Ferreira, relatou em depoimento que foi orientada por Monique a mentir no primeiro de seus depoimentos.

– Para além da revolta generalizada que os apontados agentes atraíram contra si antes mesmo de serem denunciados pelo órgão com atribuição para tal, releva assinalar que o modus operandi das condutas incriminadas reforça o risco a que estará exposta a ordem pública, bem como a paz social, se soltos estiverem os ora acusados – destacou a juíza.

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