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Mercado aprova nomes que governo indicou para a Petrobras

Indicações acontecem após quatro executivos do Conselho deixarem os cargos na última semana

Pleno.News - 08/03/2021 19h12 | atualizado em 08/03/2021 20h13

Presidente Jair Bolsonaro e Joaquim Silva e Luna, indicado para assumir comando da Petrobras Foto: Reprodução

A Petrobras informou ao mercado nesta segunda-feira (8) que recebeu seis indicações do governo federal para os cargos do Conselho de Administração da empresa. Os novos nomes chegaram em ofícios enviados pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pelo Ministério da Economia (ME). No total, a estatal possui 11 vagas para conselheiros. Destas, oito são ocupadas por indicados da União.

Além da recondução de Eduardo Bacellar Leal Ferreira, atual presidente do órgão administrativo, e de Ruy Flaks Schneider, que também já é conselheiro, foram sugeridos outros quatro profissionais: Márcio Andrade Weber, Murilo Marroquim de Souza, Sonia Julia Sulzbeck Villalobos, indicada pelo ME, e Joaquim Silva e Luna – que deve substituir Roberto Castello Branco no cargo de CEO da Petrobras. Portanto, o Governo ainda tem duas sugestões para realizar.

As indicações acontecem após quatro executivos do Conselho terem deixado os cargos na última semana, em meio a polêmicas relacionadas à atuação do presidente Jair Bolsonaro na estatal.

No fim de fevereiro, o chefe do executivo sinalizou descontentamento com a política de preços da Petrobras e anunciou nas redes sociais a demissão de Castello Branco do posto de presidente da petroleira. Em 2021, a gasolina já subiu 54%, enquanto o diesel acumula alta de 42%.

Em função da interferência política e debandada dos antigos conselheiros, os investidores estão atentos aos novos perfis indicados para entender qual será o futuro da petrolífera. Somente entre 22 de fevereiro e 6 de março, por exemplo, as ações PETR4 desvalorizaram 18,08%. “Os próximos capítulos serão fundamentais para entendermos para onde vai a Petrobras”, explica Ilan Arbetman, analista da Ativa Investimentos.

Antes de efetivados nos cargos, os nomes devem ser aprovados em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que ainda está sem data definida.

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