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Covid: Grupo de médicos pede uso da Ivermectina em Portugal

Petição foi realizada pela liberação do medicamento no chamado tratamento precoce

Pleno.News - 13/03/2021 13h15 | atualizado em 22/03/2021 13h12

Ivermectina é uma das drogas em teste contra a Covid-19 Foto: Reprodução

Um grupo de médicos portugueses solicitou às autoridades de saúde a inclusão da Ivermectina no combate ao novo coronavírus. Segundo esses profissionais, foi observado resultado positivo no tratamento com centenas de pacientes. As informações são da RedeTV News.

Em Portugal, uma petição foi realizada pela liberação do medicamento no chamado tratamento precoce. A Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde), órgão regulador de Portugal que equivale a Anvisa no Brasil, entrou em processo de avaliação dos pedidos, mas disse na quinta-feira (11) que não existem provas que assegurem a eficácia do antiparasitário no tratamento contra a Covid-19.

Na Inglaterra, a doutora Tess Lawrie, diretora da Consultoria de Medicina Baseada em Evidências, solicitou ao primeiro-ministro Boris Johnson que autorizasse o tratamento. Segundo informações da Rede TV!, a Agência Europeia do Medicamento confirmou que está estudando o uso da Ivermectina no combate à pandemia.

Lawrie, que possui uma empresa especializada em metanálises e revisões científicas, decidiu reexaminar 27 estudos diferentes sobre a Ivermectina e verificou que o medicamento teve bons resultados no tratamento contra a Covid-19. De acordo com suas análises, o fármaco reduziu em até 83% o risco de morte dos pacientes hospitalizados.

– Muitos políticos ao redor do mundo estão ignorando as evidências no momento. Infelizmente, a indústria farmacêutica está faturando muito com a Covid-19. São bilhões de dólares em faturamento com tratamentos muito mais caros que a Ivermectina, que custa três centavos cada comprimido. Eles não querem que a eficácia da Ivermectina seja ouvida – afirmou ela.

No Brasil, a doutora Natasha Sarenco, do Conselho Federal de Medicina, também é a favor do tratamento preventivo contra a Covid-19. Ela defende a autonomia de saúde para que ele decida junto do paciente qual será o melhor tratamento adotado.

– Cada paciente e único, responde de um jeito e tem dentro de si medos e ansiedades diferentes. O paciente precisa ser acolhido. Explique o que existe hoje no tratamento precoce, como é que faz, que é tudo experimental. Seja transparente nas suas relações. Peça exame, peça tomografia, mande comprar um oxímetro, e assim você vai conduzindo essa relação – orientou.

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