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Deputado participou do programa Pânico Jovem Pan e deu sua opinião sobre diversas polêmicas

Camille Dornelles - 20/03/2018 14h39 | atualizado em 22/03/2018 12h39

Marco Feliciano na rádio Jovem Pan Foto: Reprodução

Na tarde desta terça-feira (20), o deputado Marco Feliciano participou do Pânico Jovem Pan. Durante o bate papo, o parlamentar comentou sobre o assassinato de Marielle Franco (PSOL-RJ).

– Como ser humano, brasileiro, acho lamentável o caso. Mas ela é só mais um número, é uma estatística infeliz. Ela é líder política do quê? Dei as minhas condolências à família, mas disse que não se pode fazer disso uma bandeira política. O vídeo que fiz foi no sentido de ser contra o oportunismo – esclareceu Feliciano.

Além do caso da vereadora carioca, ele também comentou sobre a ausência do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, no carnaval. O político afirmou ser a favor do Estado mínimo e que não deveria ser dado dinheiro nem para a Marcha para Jesus, nem para o carnaval.

– Não penso que o Crivella deveria ter ficado (no carnaval). Ele seria um hipócrita se fosse ao carnaval. O problema é o depois: temos os filhos do carnaval, as drogas, as famílias destruídas. Essa é a visão do Feliciano pastor. O artigo V da Constituição diz que a pessoa tem direito à crença, seja ele prefeito ou qualquer coisa – afirmou o político.

A questão do islamismo também foi abordada na conversa quando Tognolli perguntou como ele vê o crescimento dessa religião.

– Fui um dos primeiros parlamentares a fazer esse questionamento. Dois bilhões de islâmicos com 20% deles extremistas políticos. São 400 milhões de possíveis terroristas que morreriam e matariam pela religião. A Europa está sendo islamizada. O prefeito de Londres, no Reino Unido, é um muçulmano. A nova religião da Europa vem com um ranço e isso é perigoso. Além disso, a população europeia está diminuindo. Com isso, trazem a mão de obra mais barata do mundo, que é a do Oriente Médio, para trabalhar.

Feliciano também ponderou sobre diversos outros assuntos, desde o movimento Escola sem Partido, até a Comissão dos Direitos Humanos e os embates com a classe LGBT.

– O movimento LGBT está morrendo, vocês percebem? Na posição de presidente da Comissão, em apenas uma canetada minha proibi o repasse de R$ 10 milhões para o movimento. Assim, aqueles que iam para as manifestações porque receberiam uns R$ 50 e um pão com mortadela não vão mais – atestou.

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