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Macron se defende e diz que ajuda é sinal de amizade

Recusa do governo brasileiro foi anunciada pelo ministro Onyx Lorenzoni

Rafael Ramos - 27/08/2019 11h04

Macron lamentou recusa do governo Bolsonaro à ajuda do G7 Foto: EFE/Ian Langsdon

O presidente Emmanuel Macron lamentou a decisão do governo brasileiro em rejeitar a ajuda de R$ 83 milhões oferecida pela cúpula do G7. O líder francês disse que a ajuda é um sinal de amizade e não de agressividade. A verba é destinada aos nove países que compreendem a Floresta Amazônica, como Peru e Bolívia.

A decisão foi anunciada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, apesar dos ministros Ricardo Salles, do Meio Ambiente, e Fernando Azevedo e Silva, da Defesa, terem dito que a quantia seria bem-vinda.

– Agradecemos, mas talvez esses recursos sejam mais relevantes para reflorestar a Europa. O Macron não consegue sequer evitar um previsível incêndio em uma igreja que é um patrimônio da humanidade e quer ensinar o quê para nosso país? Ele tem muito o que cuidar em casa e nas colônias francesas – rebateu Onyx.

Bolsonaro afirmou, na manhã desta terça-feira (27), que pode reconsiderar a decisão se Macron retirar os insultos. O esposo de Brigitte Macron se opôs ao acordo entre União Europeia e Mercosul e acusou o brasileiro de não respeitar seus compromissos climáticos nem se comprometer com a biodiversidade, como havia sido estabelecido na reunião da cúpula do G20, em Osaka.

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