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Governo desmente que ‘não quis’ comprar vacina da Pfizer

Secom fez publicação citando datas e informações que emperraram negociação

Gabriela Doria - 12/06/2021 13h45 | atualizado em 12/06/2021 14h20

Governo reforça esclarecimento sobre contrato com a Pfizer Foto: Divulgação

A Secretaria de Comunicação do Governo Federal (Secom) usou as redes sociais neste sábado (12) para desmentir a acusação de que não teria comprado a vacina da Pfizer no ano passado “porque não quis”. Na publicação, o órgão esclarece que a proposta inicial da farmacêutica “não era tão vantajosa” como a atual.

– A primeira proposta era de 70 milhões de doses. […] Além disso, não havia uma lei que permitisse fazer essa compra no momento da proposta inicial. Sem essa lei, o governo e o presidente seriam responsabilizados judicialmente – diz um trecho do post, que lembra ainda que o atual contrato da Pfizer prevê a entrega de 200 milhões de doses da vacina.

Ainda segundo a Secom, assim que a lei foi promulgada, em março de 2021, “o governo Bolsonaro assinou com a Pfizer os dois contratos totalizando 200 milhões de doses (100 + 100)”.

Ainda sobre a acusação “de que falta vacina porque o governo é negligente”, a Secretaria de Comunicação destaca que “o governo e o presidente buscaram desde sempre vacinas seguras, aprovadas pela Anvisa”.

– O Brasil começou a vacinação junto com o resto do mundo, em janeiro de 2021. O Brasil é um dos países que mais vacina no mundo, sendo o 4º em total de doses administradas – à frente de países produtores de vacina. Temos mais de 600 milhões de vacinas contratadas. Entre os países não-produtores de vacinas, o Brasil é o primeiro em doses administradas. E acabamos de reunir as condições necessárias para sermos um dos únicos 5 países no mundo todo a produzir vacina contra a Covid 100% nacional – enumera a Secom.

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