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Gimenez expõe “perseguição psicológica” de Jorge Kajuru

Apresentadora da RedeTV! desabafou nas redes sociais

Monique Mello - 07/02/2022 12h07 | atualizado em 07/02/2022 14h00

Luciana Gimenez desabafa nas redes sociais Foto: Reprodução/Instagram Stories

Luciana Gimenez usou suas redes sociais para comentar sobre a queixa-crime contra o senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), que foi recentemente reaberta pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em tom de desabafo, a apresentadora disse estar sofrendo uma perseguição psicológica por parte do parlamentar.

– Tem uma pessoa que já vem me stalkeando há muitos anos. E, quando a gente fala de muitos anos, estou falando de mais de 20 anos. Uma pessoa que eu não conheço, [com] que eu nunca tive nenhum desafeto. E eu já tentei tudo pra fazer com que ele parasse. Imagina tudo. Porque me ofende, ofende minha família, ofende meu filho. E isso já vem acontecendo [há um tempo]. Isso mexe com o psicológico da gente, mexe com o dia a dia – afirmou.

Luciana conta também que chegou a carregar um sentimento de culpa.

– Tanto se fala sobre violência psicológica, violência contra mulher, que eu demorei muitos anos pra ver o porquê eu também não falava do assunto. Eu me sentia quase que culpada, como se eu tivesse feito alguma coisa de errada, como muitas vítimas também se sentem. A notícia boa é que a ministra Rosa Weber aceitou o pedido, e agora esse stalker mais uma vez vai enfrentar a Justiça. Estou me sentindo forte e corajosa para vir aqui e contar desse mais um pequeno passo pra parar um stalker na minha vida, que é realmente um transtorno pra gente, é uma perseguição psicológica – desabafou no stories do Instagram.

O CASO
Gimenez decidiu entrar com ação contra Kajuru no STF após o parlamentar chamá-la de “mulher de programa” no canal de Antonia Fontenelle no YouTube.

– É uma mulher desqualificada, tanto que virou o que virou por 30 segundos com o Mick Jagger – disse Kajuru em março de 2021.

A ministra Rosa Weber havia rejeitado a ação em novembro do ano passado, alegando que não era possível corrigir o documento, pois o suposto crime ocorreu em março, e, por isso, já estava prescrito. Os advogados da apresentadora cometeram o erro de esquecer de especificar de que tipo penal o parlamentar estava sendo acusado.

No último dia 3 de fevereiro, dois meses depois, a magistrada decidiu reabrir a ação.

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