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Felipe Prior tem condenação por estupro revertida e é absolvido

Arquiteto tinha recebido pena de seis anos de prisão em primeira instância

Paulo Moura - 06/12/2025 14h36 | atualizado em 11/12/2025 12h06

Felipe Prior Foto: Reprodução/TV Globo

A 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu, nesta sexta-feira (5), absolver o arquiteto Felipe Prior, ex-participante da 20ª edição do Big Brother Brasil (BBB), da acusação de ter estuprado uma mulher em Votuporanga, no interior paulista, em fevereiro de 2015. A decisão reformou a sentença de primeira instância, que havia imposto ao réu uma pena de seis anos de prisão.

Os desembargadores entenderam que as provas reunidas no processo não eram suficientes para sustentar a condenação. Por esse motivo, o colegiado optou pela absolvição. A ação, que tramita sob sigilo, é uma das quatro denúncias por estupro envolvendo o arquiteto — duas das quais já resultaram em absolvição, uma teve condenação confirmada e outra aguarda julgamento.

A equipe jurídica da vítima, representada por Maurício Stegemann Dieter e Maira Machado Frota Pinheiro, declarou ao portal G1 que recebeu o resultado com profunda frustração e que pretende recorrer. Segundo os advogados, o tribunal desconsiderou um conjunto de elementos probatórios considerado robusto.

OUTROS CASOS
Em setembro de 2024, Prior teve confirmada, em segunda instância, uma condenação a oito anos de prisão em regime semiaberto por um estupro ocorrido em 2014. Os fatos teriam acontecido após uma festa universitária, quando o réu dava carona à vítima e a uma amiga. A defesa do arquiteto recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Além disso, em maio deste ano, o ex-BBB foi absolvido da acusação de ter estuprado outra mulher durante o InterFAU, encontro esportivo de faculdades de Arquitetura realizado em Itapetininga (SP), em 2018. A denúncia relatava que o acusado se valeu da vulnerabilidade causada pela embriaguez da vítima, utilizando força física mesmo diante de seu choro.

Ainda segue pendente no Judiciário um quarto processo, referente a um suposto estupro em uma festa universitária em Biritiba Mirim (SP), também em 2018, cujo desfecho ainda não foi definido.

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