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Feliciano rebate crítica sobre ser “nacionalista de araque”

Artigo de professor em jornal atacou o posicionamento do deputado sobre a política de imigração dos EUA

Henrique Gimenes - 25/06/2018 18h44

Deputado Marco Feliciano critica artigo que o chamou de nacionalista de araque Foto: Câmara dos Deputados/Luis Macedo

Nesta segunda-feira (25), o deputado federal Marco Feliciano (Pode-SP) utilizou a tribuna do plenário da Câmara dos Deputado para comentar um artigo do professor Mathias Alencastro, publicado no jornal Folha de S.Paulo. No texto, o docente firma que “Feliciano e outros deputados conhecidos por serem fervorosos defensores da família e da pátria sabotaram a aprovação de uma moção de censura contra a política migratória” de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Ele também os chama de “nacionalistas de araque”.

De acordo com Feliciano, o artigo possui “viés tendencioso” e elimina do contexto “o verdadeiro motivo” pelo qual ele se colocou contra a moção. No discurso, o deputado explicou ainda que a separação de famílias acontece em qualquer lugar do mundo.

– Em qualquer lugar do mundo, quando pais são presos, seus filhos são separados e, ao contrário do que diz o professor Alencastro, são encaminhados para uma instituição. Como prevê o nosso ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), não se pode usar o termo detenção referindo-se a menores. Devido ao grande clamor, o presidente Trump assinou ato revogando esse preceito legal, em vigor desde os governos Clinton e Obama – explicou.

A separação de famílias de imigrantes nos EUA acontece devido a uma política de “tolerância zero” contra a imigração ilegal colocada em prática por Trump. Em discurso, o deputado também negou que o Congresso tenha abandonado as famílias de brasileiros que tentaram entrar ilegalmente no EUA.

– O Congresso Nacional não abandonou essas famílias como acusa o articulista, pois, quem se aventura a entrar ilegalmente em outro país sabendo dos riscos inerentes, não pode esperar que autoridades nacionais criassem crises diplomáticas por ingerências indevidas na política interna e soberana de outras nações – ressaltou.

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