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Em 4 anos, eleitorado trans com nome social aumentou 373,83%

Parte significativa do público que pediu a inclusão do nome social tem idades entre 21 e 24 anos

Leiliane Lopes - 30/09/2022 19h25 | atualizado em 30/09/2022 20h21

Título de eleitor permite a inclusão do nome social Foto: TRE-AC

Em 2018, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a permitir que os eleitores transexuais incluíssem o nome social no título de eleitor. Desde então, é cada vez maior o número de pessoas que passaram a utilizar essa opção.

Naquele ano, 7.945 pessoas solicitaram à Justiça Eleitoral a inclusão do nome social no cadastro eleitoral. Em quatro anos, o número aumentou 373,83% e hoje são 37.646 brasileiras e brasileiros que possuem um nome social no documento.

O nome social é aquele escolhido por pessoas transgêneras, travestis e transexuais que, no dia a dia, não utilizam o nome registrado em seus documentos pessoais.

O TSE divulgou que grande parte dos eleitores trans são jovens entre 21 e 24 anos. Esse número totaliza 5.440 pessoas. Já a faixa entre 25 e 29 anos aparece em segundo lugar com 4.985 pessoas. A faixa etária de mais de 85 anos é a que possui o número menor e apenas 3 pessoas escolheram usar o nome social.

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