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Um mês após TSE liberar, código das urnas não foi inspecionado

Em 2018, a inspeção foi feita apenas pela Polícia Federal

Pierre Borges - 12/11/2021 15h39 | atualizado em 12/11/2021 20h38

urna eletrônica
Código-fonte das urnas foi aberto antecipadamente Foto: Agência Brasil/José Cruz

O código-fonte das urnas eletrônicas foi liberado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) há um mês. No entanto, até agora, o código segue sendo ignorado e não foi inspecionado por nenhuma autoridade.

Normalmente, a prática de liberar o código-fonte das urnas para inspeção ocorre seis meses antes das eleições. Porém, devido ao aumento das críticas ao sistema eleitoral, uma determinação do TSE, aprovada por unanimidade pela Corte, optou por antecipar a medida.

Desde o dia 4 de outubro, podem ter acesso ao código: o Supremo Tribunal Federal (STF); o Congresso Nacional; a Controladoria Geral da União (CGU); os representantes técnicos de todos os partidos políticos; o Ministério Público; a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); as Forças Armadas; a Polícia Federal e as universidades.

De acordo com o TSE, apenas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Controladoria-Geral da União (CGU) manifestaram interesse em realizar a inspeção, mais ninguém compareceu ao tribunal para fazê-la.

Nas últimas eleições presidenciais, a Polícia Federal foi a única a inspecionar os códigos-fonte das urnas.

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