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Marçal fala pela 1ª vez sobre sua eleição derrubada pelo TSE

Coach havia sido considerado eleito deputado federal por São Paulo

Monique Mello - 31/10/2022 15h09 | atualizado em 31/10/2022 16h15

Pablo Marçal Foto: Reprodução / Youtube / CNN

Nesta segunda-feira (31), Pablo Marçal (PROS) se pronunciou sobre o indeferimento de sua eleição a deputado federal pelo TSE, na pessoa do ministro Ricardo Lewandowski, neste sábado (29). O coach passou o fim de semana engajado no segundo turno, em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL), e falou sobre sua situação apenas porque um seguidor perguntou no Instagram.

Por meio dos stories da rede social, o seguidor usou o recurso caixa de perguntas para pedir que Marçal falasse sobre sua candidatura. O coach inclusive fez uma correção de que não era a palavra correta.

– Candidatura não, eleição. Candidatura está ok – iniciou.

Em seguida, o político deu a entender que irá recorrer da decisão do tribunal Superior Eleitoral (TSE).

– Tá (sic) cheio de nulidade. Nós vamos recuperar isso aí, quem tem voto tem tudo. A gente tem que lembrar disso na eleição. Nós não vamos perder essa cadeira não, vamos firme aí – declarou em vídeo.

ENTENDA O CASO
Pablo Marçal, que estava com a candidatura sob judice, havia sido considerado eleito em 14 de outubro após retotalização dos votos. No entanto, a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) foi revogada pelo TSE.

– Determino, por conseguinte, a imediata retotalização dos votos (…) e a retificação da situação do candidato Pablo Henrique Costa Marçal no Sistema de Candidaturas para que nele conste indeferido com recurso – escreveu o ministro Ricardo Lewandowski.

Lewandowski revogou uma decisão que autorizava José Willame Cavalcante de Souza a exercer o cargo de presidente da comissão regional do Pros, em São Paulo. Desta forma, todos os atos praticados por ele no exercício da função acabaram sendo considerados nulos, o que inclui a ata que tornou Marçal candidato.

Quando Marçal foi considerado eleito, Paulo Teixeira (PT) havia perdido a cadeira, passando a ser suplente. Com a decisão de Lewandowski, o petista está reeleito.

A decisão do TSE, inclusive, atende a pedido de Teixeira, que alegou que o TRE-SP violou a autoridade do TSE. Também argumentou que a nova totalização de votos, realizada quando o TRE-SP acolheu o recurso de Marçal, “resultou na perda da cadeira” de Teixeira, que havia sido eleito, e afetou diretamente “sua esfera de direitos”.

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