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Marido de Sarí Corte, prefeito de Tamandaré não se reelege

Esposa de Sérgio Hacker é indiciada por abandono de incapaz no caso do menino Miguel

Thamirys Andrade - 16/11/2020 15h42 | atualizado em 16/11/2020 15h56

Sarí Corte e o marido, prefeito Sérgio Hacker Foto: Reprodução

O atual prefeito de Tamandaré, Sérgio Hacker (PSB), não conseguiu se reeleger esse ano. Ele conseguiu 43,12% dos votos contra 54,52% de seu adversário, Carrapicho. O político pernambucano é marido de Sarí Corte Real, indiciada por abandono de incapaz em julho deste ano no caso do menino Miguel, que ganhou repercussão internacional. A atual primeira-dama foi denunciada por homicídio culposo após a criança de 5 anos ter caído do 9º andar de um condomínio de luxo em Recife. Na ocasião, a mãe de Miguel, Mirtes Renata Santana de Souza, empregada doméstica de Sarí, passeava com os cachorros da família e primeira-dama tomava conta do menino.

As investigações sobre a morte de Miguel acabaram por revelar uma irregularidade na Prefeitura de Tamandaré. Apesar de serem funcionárias da casa do prefeito, a mãe e a avó de Miguel constavam na folha de pagamento da Prefeitura. Em 1° de julho, o Ministério Público entrou com ação para que Sérgio Hacker responda por improbidade administrativa. No dia seguinte, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decretou o bloqueio parcial dos bens do prefeito.

O resultado das eleições em Pernambuco tiveram como vencedor Carrapicho (Republicanos), com 54,52% (7.476 votos). Em segundo lugar, Sérgio Hacker (PSB) recebeu 43,12% (5.912 votos), seguido por Paulo Guimarães (PC do B) com 1,84% (252 votos) e Bebeto O Pioneiro (PDT), com 0,53% (72 votos).

CASO DO MENINO MIGUEL
Sarí Corte Real chegou a ser presa em flagrante por homicídio culposo, cujo a pena é de 4 a 12 anos de reclusão. Mas foi liberada após pagamento de fiança de R$ 20 mil e responde em liberdade.

A família da criança decidiu pedir indenização de R$ 987 mil ao descobrirem que a esposa do prefeito tinha deixado Miguel sozinho dentro do elevador. Na ação, Mirtes alega que Sarí teria outra postura se o menino no elevador fosse filho de alguma de suas amigas.

– Jamais ela viraria a costas e voltaria para a manicure. Houve preconceito social – declarou ao portal UOL.

Além da mãe de Miguel, mais sete pessoas, entre elas a avó da criança, foram ouvidas sobre o caso.

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