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Para a chefe da missão de observação, Laura Chinchilla, fenômeno não tem precedentes

Henrique Gimenes - 25/10/2018 18h33

Chefe da missão de observação da OEA no Brasil, Laura Chinchilla Foto: EFE/Fernando Bizerra Jr.

Nesta quinta-feira (25), a chefe da missão de observação da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Brasil, Laura Chinchilla, disse que a divulgação de notícias falsas por meio do WhatsApp é um fenômeno que não tem precedentes em nenhum outro lugar.

Chinchilla esteve reunida com o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, onde recebeu um documento com denúncias de fake news e violência política. Ela falou, a jornalista em São Paulo, que o fenômeno está sendo observado pela primeira vez.

– É a primeira vez em uma democracia que estamos observando o uso do Whatsapp para divulgar fake news em massa, o caso do Brasil – apontou.

Para a chefe da missão, o caso de notícias falsas pela qual o Brasil passa é diferente do observado em outros lugares porque está se usando uma rede privada.

– Por ser uma rede privada, há uma série de considerações para as autoridades sobre como conduzir o acesso a comunicações privadas. Acessar o Whatsapp é como acessar um e-mail pessoal. Demanda um procedimento técnico e jurídico diferente

Ela também disse que ainda não se reuniu com nenhum integrante da campanha do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, mas afirmou que a OEA pretende conversar até o domingo (28). De acordo com Chinchilla, o fenômeno das fake news é muito recente.

– O assunto das fake news está pegando de surpresa quase todas as democracias do mundo. Vimos que muitas vezes as autoridades se veem ultrapassadas pelo fenômeno das fake news por ser algo recente e de dimensões que ainda não tinham calculado – destacou.

*Com informações da Agência EFE

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