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Hans River revela disparos em massa para Fernando Haddad

Testemunha foi chamada pelo PT para falar na CPI das Fake News

Camille Dornelles - 12/02/2020 13h05 | atualizado em 12/02/2020 13h08

Hans River do Rio fala à CPMI das Fake News Foto: Agência Senado/Jane de Araújo

Nesta terça-feira (11), o ex-funcionário da empresa Yacows, prestadora de serviços de marketing digital que tem sede em São Paulo, Hans River do Rio Nascimento falou à CPMI das Fake News. Ele foi convocado pelo parlamentar Rui Falcão (PT-SP).

Apesar de ser convidado pelo petista, a testemunha disse que o partido contratou a empresa para fazer disparos de mensagens em massa pelo WhatsApp para a campanha de Fernando Haddad em 2018.

– No caso do Haddad, podia mandar para todo o território nacional, mas não podia usar números telefônicos internacionais – explicou.

River também afirmou que outro beneficiado foi Henrique Meirelles, que foi candidato pelo MDB.

Em outro momento da CPMI, que durou mais de cinco horas, River disse que a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo, fez insinuações para ele. A testemunha declarou que a jornalista queria fazer sexo em troca de informações sobre a campanha do presidente Jair Bolsonaro.

– Ela queria sair comigo e eu não dei interesse para ela. Ela parou na porta da minha casa e se insinuou para entrar na minha casa com propósito de pegar matéria, ela queria ver meu computador e quando eu cheguei na Folha de S. Paulo, quando ela escutou a negativa, o destrato que eu dei e deixei claro que não fazia parte do meu interesse, a pessoa querer um determinado tipo de matéria a troco de sexo, que não era minha intenção – declarou.

Ele completou dizendo que “a jornalista acabou com meu nome inteiro” e que não fez campanha para Bolsonaro nem João Doria, governador de São Paulo.

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