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Haddad é acusado de mentir ao negar relação com kit gay

Flávio Bolsonaro relembrou reportagem antiga sobre assunto

Camille Dornelles - 16/10/2018 11h03 | atualizado em 18/10/2018 07h56

Fernando Haddad é acusado de mentir ao negar relação com chamado kit gay Foto: Instituto Lula/Ricardo Stuckert

Nesta terça-feira (16), o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), filho de Jair Bolsonaro (PSL), voltou a afirmar que é de Fernando Haddad (PT) o projeto apelidado de “kit gay”. Pelo Twitter, ele relembrou uma publicação de 2011 do portal UOL que falava sobre o projeto e acusou o petista de mentir.

– Direto do túnel do tempo (2011)! FalsiHaddad – pai do kit gay – vai para a TV dizer que isso nunca existiu, mas Jean Wyllys estava lá pra desmentir – comentou Flávio Bolsonaro.

Intitulada “‘Ministério da Educação está sendo covarde’, diz Jean Wyllys sobre suspensão do kit gay”, a reportagem traz críticas do deputado do PSOL a decisões do então ministro Fernando Haddad.

– Os vídeos do kit gay que causaram polêmica e levaram o governo a suspender o material já eram públicos e estariam aprovados, inclusive pelo MEC (Ministério da Educação), de acordo com o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ). “O Ministério da Educação está sendo covarde. Não pode chegar agora e pegar um material feito por entidades parceiras e dizer que acha que partes dele precisariam ser mudadas. É claro que está em jogo o Palocci. Ele [o ministro Fernando Haddad] foi obrigado a recuar”, afirmou Wyllys na tarde desta sexta-feira (27) – aponta o início da reportagem.

Tuíte de Flávio Bolsonaro critica Haddad Foto: Reprodução Twitter

ENTENDA A POLÊMICA
A propaganda eleitoral de Fernando Haddad tem rebatido as afirmações da campanha de Bolsonaro e afirma que o projeto não é de sua autoria. A defesa do PT chegou a entrar com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral para que as propagandas de Bolsonaro sobre o assunto sejam vetadas.

O apelido “kit gay” se refere ao material Aparelho Sexual e Cia, erroneamente dado como integrante do programa do MEC Escola Sem Homofobia. Na época em que Haddad era ministro da Educação, a bancada evangélica considerou o livro ofensivo para crianças e pediu o veto, que a então presidente Dilma Rousseff acatou.

O kit, destinado a educadores, era composto de um caderno, uma série de seis boletins, cartaz, cartas de apresentação para os gestores e professores e três vídeos.

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