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Compra de blindados: Ação é de autoria de ex-assessor de Palocci

Cortes do governo foram justificados para impedir que o Exército comprasse 98 veículos blindados

Leiliane Lopes - 05/12/2022 22h17 | atualizado em 06/12/2022 10h57

Blindados do Exército
Blindados do Exército Foto: Reprodução/Exército Brasileiro

A ação popular que suspendeu a compra de blindados Centauro II pelo Exército foi assinada por Charles Capella de Abreu, ex-assessor de Antonio Palocci.

A justificativa para impedir a compra de novos veículos foram as contas públicas, usando os cortes atuais do governo nas áreas de Educação e Saúde.

Nesta segunda-feira (5), o Exército firmaria um contrato de 900 milhões de euros (cerca de R$ 5 bilhões) com a Iveco Defense Vehicles (IDV) para comprar veículos blindados.

Capella se colocou contra a compra, moveu a ação e o desembargador federal Ney Bello atendeu ao pedido e suspendeu a compra dos 98 veículos entendendo que haveria “evidente ilegalidade”.

– É evidente a falta de razoabilidade, desvio de finalidade, ilegalidade e até mesmo de elementar bom senso, pois outra classificação não há quando ao mesmo tempo em que se faz cortes de verbas da educação e da saúde por falta de dinheiro, se pretende comprar armas em tempos de paz – decidiu Bello.

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