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Tia de jovem morto em choque de celular: “Ele foi arremessado”

Marilene relatou o acidente que tirou a vida do menino que mexia em celular carregando

Thamirys Andrade - 21/12/2021 17h30

Adolescente morre após tomar choque elétrico ao usar o celular carregando na tomada
Max Willyan dos Reis Gomes sofreu descarga elétrica fulminante, em Goiás Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Marilene Gomes da Silva Maia, tia do adolescente de 14 anos que morreu após sofrer um choque ao mexer no celular carregando, em Goiás, relatou em entrevista como ocorreu o acidente e as cenas que se seguiram. Segundo a comerciante de 43 anos, Max Willyan dos Reis Gomes faleceu instantaneamente ao receber uma descarga elétrica fulminante, no último sábado (18).

– Foi tudo muito rápido. Ele colocou o celular para carregar e estava saindo com o aparelho na mão quando tomou o choque e caiu. A mãe dele achou que fosse apenas uma queda, mas logo viu ele se debatendo; na verdade, ele foi arremessado. Foi instantâneo – detalhou a tia, que foi a primeira a testemunhar o ocorrido.

O aparelho carregava ligado a uma extensão, na chácara de sua família, em Alexânia. Segundo Marilene, a extensão não tinha problemas aparentes, mas com a violência do choque, os fios estouraram.

– Fui a primeira a chegar e ver a cena. Não houve explosão, mas a extensão abriu. Ele ficou com o peito queimado e o celular grudado [no corpo] – recordou ela, em entrevista ao portal Metrópoles.

Marilene explicou que o pai do garoto ainda tentou reanimar o filho, mas não teve sucesso. Segundo ela, os dois eram muito apegados, e a família está inconsolável.

– Meu irmão tentou fazer manobras de salvamento; fez até boca a boca. Tinha uma esperança, mas percebeu que ele já não estava ali. O Max era muito companheiro do pai dele. Aonde o pai dele ia, ele estava. O pai dele está arrasado. A mãe também. Não tiveram coragem de voltar à chácara. Vai ser muito difícil para eles – lamentou.

Marilene conta que Max era um menino “muito querido” por todos e “extremamente tranquilo”.

– Ele era extremamente tranquilo. Era chamado na escola de “estrelinha”, conhecido por apaziguar brigas. Colocaram uma estrela no mural da escola e disseram que era ele. Era muito querido.

O adolescente foi sepultado no início da tarde deste domingo (19), em cerimônia que reuniu e emocionou familiares, amigos e colegas de escola dele.

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