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Téo Hayashi fala da expectativa a quatro dias do The Send Brasil

"Precisamos de perdão pelos pecados da nação e da Igreja", afirma

Natalia Lopes - 27/01/2026 17h20 | atualizado em 27/01/2026 17h26

Téo Hayashi no The Send Brasília Foto: Pleno.News

É chegada a hora! Após seis anos, o Brasil sediará novamente o The Send, mobilização global que começou nos Estados Unidos e encoraja os jovens a viverem de maneira missional, cumprindo a Grande Comissão e o IDE do Evangelho.

No próximo sábado (31), Recife, Belo Horizonte, Goiânia, Curitiba e Belém serão palcos do evento na Arena de Pernambuco, Arena MRV, Estádio Serra Dourada, Arena da Baixada e Estádio Olímpico do Pará.

Serão 12 horas de louvor, adoração, evangelismo e Palavra com mais de 180 cantores e preletores se alternando entre os estádios; e capacidade para mais de 200 mil pessoas. O Pleno.News conversou com o pastor Téo Hayashi, pastor sênior da Zion Church e um dos organizadores do The Send.

Como está sendo o desafio de fazer um evento em cinco estádios simultaneamente?
O tamanho é um grande desafio, a gente nunca fez um evento em cinco estádios simultâneos. O total de pessoas, se esgotarem em todos os estádios, dá praticamente 280 mil, quase 300 mil pessoas.

Qual sua expectativa?
A gente tá com uma expectativa de um mover de Deus forte, as inscrições de Recife e Belo Horizonte já esgotaram; Curitiba está para esgotar. Belém e Goiânia ainda têm um pouco mais de espaço, mas são cidades onde têm muita presença de evangélicos, e existe o hábito de deixar a compra para a última hora.

The Send no Morumbi Foto: Equipe The Send Brasil

Qual é a sua oração a quatro dias do The Send?
Estamos orando para que o pessoal vá, nem que seja de última hora, mas que as pessoas certas estejam lá. De acordo com os dados que a gente colhe com as inscrições, a idade média de inscritos é de 24 anos de idade, a geração Z, o futuro da igreja evangélica.

Eu acho que é uma oportunidade única que nós temos, algo do Senhor, de poder dividir um cargo do Espírito Santo para missões, já para o futuro da igreja evangélica.

Como o senhor vê esse futuro?
Nós já sabemos as projeções, a Igreja evangélica é questão de tempo para se tornar a maioria em termos de religião no Brasil. Mas que a gente não venha ser só a maioria no número, mas que também venhamos ser uma Igreja missional. Essa tem sido a nossa oração. Nós não queremos simplesmente ser grande por ser grande e ficarmos confortáveis. A gente, na organização, tem orado muito por isso, temos orado para que Deus venha levantar uma igreja ativa, missional, uma igreja que cumpre o IDE, a Grande Comissão.

Quais são as pautas do The Send?
Uma das pautas principais na preparação tem sido o arrependimento. Eu acho que é entender o poder de estarmos na brecha como intercessores e pedir primeiramente perdão pelos pecados da nação, pecados da Igreja, da geração. Nos apoiando muito em 2 Crônicas 7:14, “Se o meu povo (o povo de Deus, a Igreja) se humilhar e me buscar, então eu ouvirei e sararei a terra”.

Como o senhor define o The Send Brasil 2026?
Nós cremos, de uma maneira bem clara e lógica, que existe a ordem de primeiramente acontecer um arrependimento para depois termos uma descida e enchimento do Espírito Santo. Aí, então, uma vez que empoderados, os jovens serão enviados para as nações, para as suas universidades, para as suas escolas, para as suas cidades, para a janela 10/40…

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