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Tatiane Spitzner: Acusado pelo crime será julgado nesta quarta

Advogada foi encontrada morta após queda do 4° andar de seu apartamento, em 2018, e ex-marido é apontado como autor do crime

Paulo Moura - 10/02/2021 08h10 | atualizado em 10/02/2021 09h39

Luis Felipe Manvailer será julgado nesta quarta-feira Foto: Reprodução

O júri popular que julga Luis Felipe Manvailer, ex-marido da advogada Tatiane Spitzner que foi acusado de tê-la matado em 22 de julho de 2018, começa às 9h desta quarta-feira (10), no Fórum de Guarapuava, na região central do Paraná.

Spitzner foi encontrada morta após queda do 4° andar do apartamento em que morava com o réu, na mesma cidade onde acontecerá o julgamento.

Manvailer está preso há dois anos e seis meses na Penitenciária Industrial de Guarapuava e responderá por homicídio qualificado – com as qualificadoras de feminicídio, motivo fútil e morte mediante asfixia. Ele também é acusado por fraude processual.

O júri popular do caso foi adiado duas vezes. Inicialmente marcado para 3 e 4 de dezembro, o julgamento foi adiado para 25 de janeiro, após um advogado de defesa do réu ser diagnosticado com Covid-19. A segunda remarcação do júri ocorreu após pedido da defesa do réu, por incompatibilidade de datas.

De acordo com Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), por conta da pandemia do novo coronavírus, o julgamento será restrito à presença das partes envolvidas no processo. A partir do momento dos debates, a sessão terá transmissão virtual, pelo canal do Tribunal de Justiça do estado no Youtube.

O CASO
Tatiane Spitzner foi encontrada morta na madrugada do dia 22 de julho de 2018. De acordo com a Polícia Militar (PM), houve um chamado informando que uma mulher teria saltado ou sido jogada de um prédio.

Ao chegar ao local, a polícia informou que encontrou sangue na calçada do prédio. Testemunhas disseram que um homem carregou o corpo para dentro do edifício. Conforme a PM, o corpo de Tatiane estava dentro do apartamento.

Luis Felipe Manvailer foi preso horas depois da morte da advogada, ao envolver-se em um acidente na BR-277, em São Miguel do Iguaçu, no oeste do Paraná. A cidade fica a aproximadamente 340 quilômetros de Guarapuava, onde o crime aconteceu.

Durante uma audiência de custódia, Manvailer negou que tivesse matado a esposa e disse que a advogada cometeu suicídio. O acusado disse ainda que se acidentou porque a imagem de Tatiane pulando da sacada não saía da cabeça dele. Para a Polícia Civil, Manvailer tentava fugir para o Paraguai.

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