Leia também:
X MP interdita oito barragens da Vale com risco de rompimento

Segundo relatórios, Vale sabia que barragem poderia romper

Documentos são de 2017 e 2018. Até esta segunda, 165 mortes foram confirmadas

Jade Nunes - 12/02/2019 10h51 | atualizado em 12/02/2019 11h01

Número de mortos em Brumadinho chegou a 165 Fotos: EFE/Antonio Lacerda, Lucas Landau, Yuri Edmundo e Paulo Fonseca

Dois relatórios da mineradora Vale, um datado de 2017 e outro de 2018, apontam que a empresa sabia dos riscos de rompimento da barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais. As informações são da Agência Reuters.

Um documento interno da própria Vale, de novembro de 2017, indica uma chance de colapso duas vezes maior que o nível máximo de risco individual tolerável.

Já no relatório de 2018 é exposto que, além de ter duas vezes mais chances de se romper do que o nível máximo tolerado pela política de segurança da empresa, a barragem estava em uma “zona de atenção”.

Em comunicado, a Vale afirma que “a barragem possuía todos os certificados de estabilidade e seguranças nacionais e internacionais”.

Na segunda-feira (11), 165 mortes foram confirmadas. O número de desaparecidos é de 155.

Leia também1 MP interdita oito barragens da Vale com risco de rompimento
2 Ibama aplica multa diária à Vale por não salvar animais
3 Reabertura de museu em MG tem 1 minuto de silêncio

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.