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RN: Para acabar com greve, policiais fazem reivindicações

Associações que representam os agentes entregam documento ao governo do estado

Emerson Rocha - 04/01/2018 12h45 | atualizado em 04/01/2018 16h45

Policiais Militares do RN seguem paralisação Foto: Divulgação/PM-RN

A paralisação dos policiais militares e bombeiros do Rio Grande do Norte (RN) ainda segue, mesmo com a Justiça considerando ilegal e determinando que eles voltem às ruas de imediato. Mas as associações que representam os agentes entregaram um documento com 18 reivindicações ao comando da Polícia Militar e ao governo do estado, na manhã desta quinta-feira (4).

O objetivo é terminar a greve, que começou no dia 19 de dezembro. Os militares alegam falta de pagamentos e querem melhores condições de trabalho. Há uma reunião marcada para esta quinta, às 18 horas .

Além dos salários atrasados, eles querem que o governo não reconheça o movimento como greve para não gerar procedimentos disciplinares nas corporações. O governador Robinson Faria (PSD) ainda não confirmou se estará presente ou só mandará um representante ao encontro.

Em razão da falta de policiamento nas ruas, a providência foi o envio de 2,8 mil homens e mulheres das Forças Armadas para atuarem na segurança da região metropolitana de Natal e de Mossoró. Desde a paralisação, o RN sofre com o aumento da violência. Até o momento, já foram registradas 101 mortes, além de vários crimes como roubos, furtos, saques a estabelecimentos e conflitos entre facções rivais.

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