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RJ: Operação mira fraudes em licitações e contratos da Cedae

Prejuízo aos cofres públicos chegaria a R$ 63 milhões

Paulo Moura - 01/07/2020 07h31

Edifício-sede da Cedae no Rio de Janeiro Foto: Agência Brasil/Tomaz Silva

Uma operação realizada pela Polícia Civil, Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) contra suspeitas de fraude em licitações e contratos emergenciais na Cedae, a companhia de água e esgoto do RJ, foi iniciada nesta quarta-feira (1°). Intitulada de Águas Claras, a investigação aponta que o esquema teria dado prejuízo de R$ 63 milhões aos cofres públicos.

Nenhum mandado de prisão foi expedido, mas as equipes dos órgãos envolvidos cumprem 14 mandados de busca e apreensão na sede da Cedae, que fica no Centro do Rio, na casa de quatro ex-diretores da companhia e também na residência de um homem apontado como lobista e intermediário.

Durante as investigações, que duraram um ano, os órgãos também descobriram fraudes em prefeituras do interior do estado. De acordo com a polícia, funcionários de dentro da Cedae usavam sua senha para acessar o sistema e avisavam pessoas ligadas às administrações municipais sobre contratos com dispensa de licitação. Em troca, recebiam benefícios como dinheiro, cartões corporativos e aluguéis de carro.

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