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RJ: Modelo se manifesta após atropelar e matar adolescente

Em vídeo, Bruno Krupp disse que não havia bebido, nem usado drogas

Henrique Gimenes - 03/08/2022 19h31 | atualizado em 04/08/2022 15h20

Bruno Krupp se manifesta após atropelar adolescente no Rio de Janeiro Fotos: Vídeo Bruno Krupp e câmera de segurança

Após atropelar e matar um adolescente de 16 anos no Rio de Janeiro, o modelo Bruno Krupp, de 25 anos, se manifestou sobre o episódio. Em um vídeo divulgado pelo portal G1, ele disse que não havia bebido na ocasião e que o atropelamento foi um acidente.

Na gravação, Krupp aparece em um maca no hospital e comenta a situação.

– Gente, pelo amor de Deus, eu sou a última pessoa que queria que isso tivesse acontecido. Pode ter certeza de que eu queria que o pior tivesse acontecido comigo (…). Eu fui levado de ambulância, eu não fugi do hospital, não fugi dos médicos. Eu estava morrendo no hospital, os empregados me tratando mal no hospital, batendo com a maca no corredor, me chamando de assassino, como se eu tivesse feito alguma coisa errada. Eu não bebi, eu não usei droga, foi um acidente, gente! – desabafou.

O episódio ocorreu na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, na noite do sábado (30), próximo a um quiosque. Bruno estava conduzindo uma motocicleta em alta velocidade quando atropelou o adolescente João Gabriel Cardim Guimarães, que teve a perna amputada em razão do impacto da colisão. O membro chegou a ser lançado a 50 metros de distância do corpo. A vítima chegou a ser levada ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, entretanto, não resistiu, morrendo no decorrer de uma cirurgia.

O modelo foi preso preventivamente nesta quarta-feira (3). Agentes da 16ª DP (Barra da Tijuca) compareceram a um hospital particular no Méier, onde o modelo estava internado, para realizar a prisão. Ele deve responder por homicídio com dolo eventual.

A ordem de prisão foi expedida pela juíza Maria Isabel Pena Pieranti, do plantão judicial do Tribunal de Justiça do Rio. A magistrada afirmou que a “liberdade do indiciado compromete sobremaneira a ordem pública” e que a prisão preventiva é “imprescindível para evitar o cometimento de crimes de idêntica natureza”.

 

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