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“Quero entrar para a História”, disse sequestrador a reféns

Professor mantido no ônibus depôs sobre o que aconteceu dentro do veículo

Camille Dornelles - 20/08/2019 15h15

Criminoso é morto após fazer reféns na ponte Rio-Niterói Foto: EFE/Antonio Lacerda

De acordo com o depoimento de um dos reféns do ônibus 2420, sequestrado na manhã desta terça-feira (20) em cima da Ponte Rio-Niterói, o criminoso queria “entrar para a História”. O professor Hans Miller Moreno, de 34 anos, seguia de São Gonçalo para a Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Ele afirmou que o sequestrador, Willian Augusto da Silva, de 20 anos, disse que não pretendia machucar ninguém. Ele estava com uma arma de brinquedo e liberou que os passageiros usassem seus celulares. Ele não furtou os pertences dos reféns.

– Ele pediu para o motorista parar o ônibus, as pessoas começaram a estender seus pertences. Depois, ele avisou para o pessoal: “Olha, o ônibus está sendo sequestrado, mas não quero os pertences de vocês, não quero machucar vocês. Eu só quero entrar para a História”. Ele estava muito calmo, muito tranquilo – descreveu.

Mesmo assim, todos os reféns foram amarrados com braçadeiras de plástico e o ônibus todo tinha pedaços de garrafa de refrigerante com gasolina. O criminoso levava um isqueiro, uma arma de choque e uma faca.

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