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Quadrilha incendeia veículos para roubar loja de ouro em SP

Roubo tem características similares aos casos registrados recentemente em Santa Catarina e no Pará

Paulo Moura - 13/07/2021 07h58 | atualizado em 13/07/2021 11h50

Carros foram incendiados por criminosos em Jarinu Foto: Reprodução

Uma quadrilha fortemente armada invadiu a cidade paulista de Jarinu, que fica a 75 km de São Paulo, na madrugada desta terça-feira (13), para assaltar uma empresa do ramo de joalheria especializada em ouro, que fica em uma chácara na Zona Rural do município. Durante o ato criminoso, os bandidos chegaram a incendiar veículos para impedir a chegada da polícia.

O som dos tiros e explosões assustou os moradores da cidade que tem cerca de 30 mil habitantes. Testemunhas relataram que os disparos perduraram por vários minutos. Durante a fuga, houve troca de tiros entre a quadrilha e a polícia na altura de Campo Limpo Paulista e na estrada entre Jarinu e Atibaia, mas não há registro de feridos.

Até o momento, ainda não há informações sobre a quantidade de ouro roubada. Assaltos do tipo fazem parte do chamado “novo cangaço”. Eles são praticados por criminosos fortemente armados, em grupos de 15 a 30 homens, que chegam a cidades de pequeno e médio portes durante a madrugada, em comboios de veículos potentes. Esse tipo de crime tem se espalhado pelo país.

Em abril deste ano, uma quadrilha atacou agências bancárias, atirou em lojas e em uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) em Mococa (a 267 km da capital). Mascarados e atirando para cima e em direção ao comércio local, os criminosos usaram explosivos para roubar o cofre de uma agência da Caixa Econômica Federal.

Em Criciúma, no estado de Santa Catarina, a ação de pelo menos 30 criminosos, dez automóveis e armamento de calibre exclusivo das Forças Armadas, em novembro de 2020, foi considerado o maior roubo do tipo na história catarinense.

Já em Cametá, no Pará, homens fortemente armados cercaram o quartel da Polícia Militar, fizeram reféns, atacaram uma agência bancária da cidade com explosivos, atiraram para cima e provocaram pânico entre os moradores. Um refém morreu vítima dos criminosos. O caso aconteceu na madrugada do dia 1° de dezembro de 2020.

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