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Professora que pediu morte de crianças de direita é demitida

Monique Emer respondia à sindicância por ameaçar a vice-prefeita eleita em Caxias do Sul nas eleições de 2020

Paulo Moura - 21/10/2021 10h13 | atualizado em 21/10/2021 15h33

Professora desejou morte a idosos e crianças de direita Foto: Reprodução/YouTube

A professora Monique Varella Emer, que ficou conhecida nas redes sociais no fim de 2020 após desejar a morte de pessoas de direita, incluindo crianças e idosos, foi oficialmente demitida pela Prefeitura de Caxias do Sul (RS). A saída de Monique foi oficializada em uma publicação no Diário Oficial da cidade nesta quarta-feira (20).

Monique respondia a uma sindicância por publicar uma ameaça nas redes sociais contra a vice-prefeita Paula Ioris (PSDB), após a eleição municipal de 2020. No dia 30 de novembro, postagens da servidora foram expostas nas redes e mostravam um discurso de ódio contra Paula, com frases como “o lugar dela é no paredão”.

A professora chegou a ser afastada das atividades por 90 dias, sendo alvo, neste período, da sindicância por sua conduta. No entanto, após o prazo máximo expirar, ela foi reintegrada às atividades. Desde março deste ano, ela exercia função administrativa dentro da Secretaria Municipal de Educação.

Monique foi demitida pela Prefeitura de Caxias do Sul Foto: Reprodução/Diário Oficial de Caxias do Sul

De acordo com a Procuradoria Geral do Município de Caxias do Sul, a servidora ainda pode recorrer da decisão na via administrativa, com um pedido de reconsideração ou um recurso extraordinário ao superior hierárquico, no caso o prefeito de Caxias do Sul, Adiló Didomenico (PSDB).

SERVIDORA JÁ HAVIA PEDIDO MORTE DE IDOSOS E DE CRIANÇAS DE DIREITA
Em uma postagem no Facebook no ano passado, Monique, revoltada com a derrota do candidato petista Pepe Vargas na disputa à Prefeitura de Caxias, falou em “canalizar a revolta incendiária de estudantes” e chamou os moradores da cidade de “gente burra, grosseira e tacanha”.

Em um áudio divulgado nas redes, Monique também dizia que “quanto mais” pessoas de direita morressem, melhor seria. A professora ainda declarava vontade de fuzilar simpatizantes da direita e pedia a morte de todas as pessoas que se manifestavam em favor do espectro político, incluindo idosos e crianças.

– Da direita, quanto mais morrerem de Covid-19, de tudo, Aids, câncer fulminante, pra mim, melhor é. Já que a gente não pode fuzilar, então que vão na praça fazer bandeiraço (sic) e, se Deus quiser, morram tudo de Covid. Adultos, mulheres, idosos e crianças, não vale um, não se salva um – afirmou ela, na ocasião.

Na publicação do Facebook, Monique ainda dizia que criava os filhos, que segundo ela tinham menos de 4 anos na ocasião, em meio “a palestras, manifestações, greves, sindicatos e partidos políticos” e diz que eles brincavam “na sala à sombra de uma bandeira comunista na parede”.

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