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Prefeitura interdita barraca onde turistas foram agredidos em Porto de Galinhas

Interdição será de uma semana; entenda o caso

Pleno.News - 30/12/2025 12h54 | atualizado em 30/12/2025 13h02

Dois turistas foram atacados em praia de Porto de Galinhas Foto: Reprodução/Vídeo redes sociais

Dois dias após a agressão contra dois turistas na praia de Porto de Galinhas, a Prefeitura de Ipojuca (PE) anunciou a suspensão temporária da barraca envolvida no episódio. A interdição é de uma semana. A administração municipal também pediu o afastamento preventivo dos garçons e atendentes que trabalham na barraca.

Os empresários Cleiton Zanatta e Johnny Andrade, de Mato Grosso, afirmaram ter sido agredidos no último sábado (27), após uma discussão sobre o preço do aluguel de cadeiras de praia. De acordo com o relato do casal, quando os dois foram pagar pelo uso de cadeiras, o preço era quase o dobro do combinado inicialmente.

Depois disso, um comerciante atirou uma cadeira contra Johnny, segundo o relato do empresário. Os turistas contaram que cerca de 30 pessoas participaram da agressão. Eles afirmaram que o ocorrido teve motivação homofóbica.

Os comerciantes de Porto de Galinhas negam ter ocorrido homofobia. Um dos barraqueiros afirma que ele foi agredido pelo casal de turistas.

A Polícia Civil de Pernambuco informou ter identificado 14 pessoas. A governadora do estado, Raquel Lyra (PSD), disse que eles serão indiciados e que todas as medidas cabíveis contra eles serão tomadas. Ela pediu desculpas pelo ocorrido.

A delegada-geral adjunta da Polícia Civil, Beatriz Leite, informou nesta segunda-feira (29) que agentes estiveram na praia de Porto de Galinhas coletando imagens e levando pessoas para prestarem depoimento. A corporação comunicou que o caso está investigação e que só vai repassar mais informações após a conclusão do inquérito.

Em coletiva de imprensa, a Polícia Militar afirmou que só ficou sabendo da agressão depois que os empresários foram à delegacia. Apesar disso, o subcomandante da PM, coronel Ricardo Lopes, afirmou que a praia tem policiamento suficiente, feito em conjunto com a Guarda Municipal. Segundo ele, o policiamento foi reforçado após a agressão.

A Secretaria de Defesa Social (SDS) do Estado comunicou ter feito uma reunião com órgãos municipais e estaduais para definir ações de reforço na segurança de Porto de Galinhas. Entre as estratégias definidas, estão a ampliação do plantão da Polícia Civil durante janeiro de 2026 e a intensificação de operações integradas entre a Polícia Militar, Guarda Municipal, Controle Urbano e Procon.

A Prefeitura de Ipojuca anunciou que vai reforçar a fiscalização para coibir a atuação irregular de flanelinhas, a prática de venda casada e a exigência de consumação mínima nas barracas.

 

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*AE

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