Polícia prende dois suspeitos de matar prima de Mara Maravilha
Suspeitos são um policial militar e um monitor de ressocialização
Thamirys Andrade - 04/08/2026 13h58 | atualizado em 04/08/2026 16h41

Dois homens foram presos nesta terça-feira (4) por suposto envolvimento na morte da advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, prima da cantora Mara Maravilha. Os suspeitos tratam-se de um policial militar, de 29 anos, e um monitor de ressocialização, de 27, que não tiveram seus nomes divulgados.
De acordo com informações da TV Bahia, eles teriam agido com mais outras duas pessoas sob o comando de um homem de 20 anos. A motivação seria uma dívida por parte do sobrinho de Cláudia com o mandante do homicídio.
O grupo teria monitorado a vítima entre os dias 20 e 21 de julho, e executado o crime na madrugada do dia 25 de julho, na casa de Cláudia em Itororó, sul da Bahia. Na ocasião, ela chegou a acionar a Polícia Militar (PM) pouco antes da invasão à sua casa, mas quando as autoridades chegaram, já a encontraram sem vida.
Ela foi sepultada no último dia 26 de julho, no Cemitério Municipal Recanto da Saudade, em Itapetinga (BA).
Em nota, a cantora Mara Maravilha lamentou a morte da familiar e pediu justiça.
Antes do assassinato, a família já vinha sendo alvo de ameaças e tiveram de transferir dois veículos aos criminosos como forma de pagar a dívida. As vítimas registraram um boletim de ocorrência por extorsão na Delegacia Territorial (DT) de Itabuna, e ambos os veículos foram apreendidos pelas autoridades.
– Sim, a Cláudia Félix era prima-irmã de Mara Maravilha. Como advogada, dra. Claudia Félix era confidente dos assuntos familiares de Eliemary Silva da Silveira; assuntos esses, que em momentos propício serão expostos. Por hora, obedecendo as orientações jurídicas, apenas nos cabe esclarecer que nos empenharemos para que tudo seja apurado de forma minuciosa, com responsabilidade! Comunicaremos todas as informações legais e prudentes. A OAB, a Bahia e a própria Mara Maravilha clamam por justiça por dra. Cláudia Félix. Agradecemos também a compreensão, interesse e o respeito de todos em relação as barbáries que a dra. Cláudia Félix sofreu, vindo a ser assassinada cruelmente. O luto é um processo único e não tem prazo. Respeito e empatia fazem toda a diferença – diz o comunicado.
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