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Polícia investiga se água da Cedae foi alvo de sabotagem

Agentes estiveram na ETA do Guandu na manhã desta quinta-feira

Paulo Moura - 16/01/2020 13h39 | atualizado em 16/01/2020 13h44

Policiais estiveram na ETA do Guandu nesta quinta Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil realizou diligências durante a manhã desta quinta-feira (16), na Estação de Tratamento de Água (ETA) do Gandu, em Nova Iguaçu, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, como parte de investigação para apurar se houve sabotagem na contaminação do abastecimento de água em algumas regiões da capital e em municípios vizinhos.

Segundo a polícia, a investigação pretende apurar possível responsabilidade, seja por ação ou omissão, de funcionários da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) com a crise hídrica das últimas semanas.

– Foi aberta uma investigação para apurar eventual responsabilidade penal de funcionários da Cedae ou de terceiros que possam ter contribuído, por ação ou omissão, nas alterações das condições de consumo da água verificada nos últimos dias – disse a polícia através de um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa.

Em entrevista coletiva concedida na quarta-feira (15), o diretor-presidente da Cedae, Hélio Cabral, disse que a água distribuída pelo Reservatório do Guandu, que atende boa parte da população da região metropolitana, não terá mais a presença da geosmina a partir da semana que vem. A concessionária afirmou que a substância, produzida por algas, é a responsável pela alteração nas características da água.

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