Polícia Civil anuncia que impediu ataque terrorista no centro do Rio
Operação da Polícia Civil prendeu três suspeitos e frustrou plano de ataques
Pleno.News - 03/02/2026 08h46 | atualizado em 03/02/2026 16h14

A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou nesta segunda-feira (2), que impediu um ataque terrorista, com o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov, no centro da capital do estado. Até o momento, três pessoas foram presas na Operação Break Chain, que investiga uma quadrilha, autointitulada “Geração Z”, organizada nas redes sociais.
A investigação da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) cumpriu “dezenas de mandados de busca e apreensão, nesta segunda, em endereços na capital, Região Metropolitana e no interior do estado, todos ligados a investigados que programavam manifestações antidemocráticas com o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov, nesta segunda”, informou.
A investigação teve início após a delegacia tomar conhecimento da existência de grupos de mensagens e páginas em redes sociais criados com o objetivo de organizar manifestações antidemocráticas.
No Rio de Janeiro, o ato seria realizado em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), no centro. A polícia diz que 17 pessoas são investigadas.
De acordo com a investigação – embora se identificasse como apartidário e anticorrupção, o grupo autodenominado Geração Z incitava e preparava atos de violência e terrorismo, além de estimular ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos.
A Polícia Civil afirma que o objetivo seria provocar pânico, desordem e caos social.
– Os agentes identificaram que os integrantes do grupo compartilhavam conteúdos voltados à radicalização e ao confronto. Também foram encontradas orientações e materiais instrutivos para a confecção de artefatos incendiários improvisados, como o chamado “coquetel molotov’, além de bombas caseiras com bolas de gude e pregos em seu interior – afirma.
Os alvos dos mandados de busca e apreensão são investigados por incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário.
Segundo a polícia – todos são participantes ou administradores de grupos vinculados ao Rio de Janeiro e exerciam papel ativo e relevante, com incentivo direto à prática de atos violentos e direcionamento das ações planejadas, incluindo a escolha de um local sensível do cenário político fluminense para a realização do ataque.
*AE
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