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PGR pede inquérito contra Witzel, governador do RJ

Pedido de investigação trata de supostos funcionários fantasmas no governo do estado

Henrique Gimenes - 29/04/2020 20h26 | atualizado em 30/04/2020 07h45

Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel Foto: Reprodução

Uma notícia ruim para o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de funcionários fantasmas no governo do estado. As nomeações teriam sido feitas por um aliado de Witzel com o objetivo de desviar recursos públicos. A informação foi dada pelo jornal O Globo.

O pedido foi enviado ao Superior Tribunal de Justiça pela subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, e pede a investigação dos crimes de lavagem de dinheiro, peculato e organização criminosa.

De acordo com o veículo, a PGR detectou que sete nomes ligados pelo a um aliado de Witzel foram contratados pelo governo do Rio de Janeiro. Todos seriam parentes ou têm ligação com o advogado Valter Alencar, candidato derrotado ao governo do Piauí pelo PSC e nomeado assessor especial do governo do RJ.

As investigações apontaram indícios de que os sete contratados pelo governo do Rio de Janeiro teriam mantido suas atividades no Piauí, como seus empregos. De acordo com a PGR, todos “possuem claros vínculos com Valter Ferreira de Alencar Pires Rebelo, que, por seu turno, possui vínculos estreitos com Wilson Witzel”.

O órgão afirmou também que as “informações preliminares dão suporte, com larga margem de folga, a instauração de inquérito para que se possa aprofundar na apuração dos fatos, haja vista a presença de indícios consistentes de supostos crimes de peculato, a partir da nomeação de servidores fantasmas e, eventualmente, organização criminosa e lavagem de dinheiro”.

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