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Pedido de prisão associa Pezão a valores de R$ 2,2 milhões

Documento também mostra uma conversa na qual governador teria tentado ajudar Cabral

Jade Nunes - 02/12/2018 14h56

Luiz Fernando Pezão foi preso pela Polícia Federal na última quinta-feira Foto: EFE/Marcelo Sayão

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Felix Fischer, quebrou o sigilo do pedido de prisão do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. A decisão saiu no último sábado (1º). O pedido partiu da Procuradoria Geral da República.

No documento, além das razões que o levaram à prisão, há registros de 25 bilhetes em que o nome de Pezão e codinomes relacionados a ele, como Big Foot e Pezzone, aparecem ao lado de uma quantia que somada passa dos R$ 2,2 milhões.

Além disso, há uma transcrição de uma conversa telefônica que mostra que o governador do Rio de Janeiro tentou interceder em benefício de Sérgio Cabral quando esse se desentendeu com um agente na prisão, em julho. Na ocasião, o Ministério Público Estadual fazia uma inspeção no presídio de Bangu 8.

Esse registro é apontado pelos investigadores como um indício de que Pezão possui ligações com a organização criminosa de Cabral.

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